Quinta-feira, Fevereiro 28, 2008

Descobertas recentes


























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Mesmo parecendo irrelevante,qualquer descoberta é importante.
Revelando que nesse mundo nem tudo se foi descoberto.





Segue as matérias nos links abaixo:

macaco

lagartixa

camarão

Diversos seres marinhos

Esse sapo não é descoberta,já é extinto,vale só pelo seu enorme tamanho.
Quem sabe não possa existir semelhantes a ele em tamanho...

Quarta-feira, Fevereiro 20, 2008

Lista "cripto-seres"











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Possivelmente a mais completa relação de "criptideos".

Pode ser vista no site: http://www.bcscc.ca/index.htm
(Em inglês)

Nessie no Japão



Calma,não é o monstro,mas sim uma incrivel projeção feita nas águas de Odaiba, Minato-ku.
Ficou muito bom.

Segunda-feira, Fevereiro 18, 2008

Animais de maior porte revelados à ciência em datas recentes









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As descobertas recentes não se limitam a animais minúsculos. Há também seres de porte médio e um ou outro realmente grande. Nenhum deles é tão surpreendente quanto uma nova ordem de insetos ou um novo filo de invertebrado marinho, mas ainda assim, interessante o suficiente para merecer menção.

A maior descoberta de vertebrado terrestre no século XX, aquela que ainda hoje, mais de um século depois, ainda alimenta as esperanças dos caçadores de yetis e mapinguaris, começou em 1890, quando o famoso explorador Sir Henry Stanley mencionou em seu livro que os pigmeus da floresta de Ituri, no atual Congo, conheciam e caçavam uma espécie de asno que vivia na selva e se alimentava de folhas.

Em 1899, Sir Harry Johnston, governador de Uganda, resgatou um bando desses pigmeus, capturados por um empresário alemão que pretendia fazer fortuna exibindo-os como "homens-macacos" em Paris. Johnston conhecia Stanley e seu livro e aproveitou a oportunidade para perguntar aos agradecidos pigmeus sobre o misterioso "asno da floresta". Eles confirmaram a informação: davam-lhe o nome de o'api. O inglês entendeu o nome como ocapi e julgou entender que se tratava de uma nova espécie de zebra.

No ano seguinte, investigou o assunto a fundo, viu corpos incompletos e soube que tinham mais de um casco em cada pata - o que o levou a crer que havia descoberto um fóssil vivo, um remanescente do Hipparion lybicum, pônei de três cascos que viveu na África há mais de meio milhão de anos e pode ser o ancestral das zebras e asnos.

Convenceu-se disso a tal ponto que desprezou rastros apontados por nativos como sendo do animal misterioso. Ora, as pegadas indicavam cascos duplos e todos os eqüídeos, vivos ou fósseis, têm cascos ímpares! Com certeza, os pigmeus se enganaram, seria alguma gazela grande...

Mas em 1901, Johnston conseguiu uma pele e dois crânios do misterioso ocapi e os despachou para o Museu Britânico. Descobriu-se então que não era eqüídeo, mas um parente selvático e de pescoço curto da girafa das savanas, de casco realmente fendido e que veio a ser classificado como Okapia johnston.

Outras espécies de grande porte foram descobertas no século XX, mas nenhuma tão diferente de animais já conhecidos. O "gorila da montanha" de 1902 surpreendeu os zoólogos, mas só os especialistas são capazes de apontar suas diferenças em relação à espécie das terras baixas, conhecida desde 1847.

Algo mais interessante foi a descoberta, em 1934, de que os chimpanzés, bem conhecidos da ciência desde o século XVIII, dividiam-se em duas espécies diferentes: o comum e o "pigmeu", hoje conhecido como bonobo. São fisicamente semelhantes, mas muito diferentes em comportamento e temperamento: o bonobo é bem menos agressivo e mais sensual e promíscuo que seu primo mais robusto.

O porco gigante da floresta (Hylochoerus meinerzthageni), da África Equatorial, é uma descoberta de 1904. Distingue-se pelo tamanho (200 kg) e pelas curiosas protuberâncias faciais do facóquero ou javali verrugoso africano, mais conhecido (o Pumba do desenho da Disney), que pesa em torno de 80 kg.

Do outro lado do Atlântico, sabia-se desde os tempos coloniais de dois suínos selvagens: o caititu ou cateto (Tayassu tajacu) e o queixada (Tayassu pecari). Ambos são comuns no Brasil e outros países sul-americanos, mas embora os índios as tenham distinguido, poucos brancos e mestiços chegam a notar a diferença: em geral as chamam ambas de "porcos do mato" ou "javalis".

Não é de admirar que a terceira espécie, tenha passado despercebida da ciência até 1974, quando um biólogo estadunidense, Ralph Wetzel, notou que os índios do Chaco argentino, boliviano e paraguaio distinguiam três espécies. A terceira, conhecida pelos guaranis como taguá, além de ser um pouco maior que o queixada (cerca de 50 kg), mostrou-se menos parecida com seus dois parentes vivos do que com os Platygonus e Catagonus, suínos fósseis extintos há mais de um milhão de anos. Esse surpreendente "fóssil vivo" foi classificado como Catagonus wagneri.


Hipopótamos anões e lulas gigantes

Um caso curioso é o hipopótamo anão das florestas da Libéria, animal de cerca de 180 kg. Desde 1849, alguns crânios e esqueletos vinham sendo encontrados e descritos por alguns pesquisadores, mas a maioria dos zoólogos o considerava um mal-entendido causado por espécimes anormalmente pequenas do hipopótamo comum (que pesa duas ou três toneladas) ou uma espécie extinta, embora liberianos continuassem a falar do animal e chamá-lo nigbwe. A existência desse Choeropsis liberiensis como espécie viva e separada só foi provada em 1913, quando um zoólogo conseguiu capturar cinco animais vivos e levá-los à Europa.

Algumas espécies de bovinos foram descobertas em datas bem recentes. Em 1937, cientistas identificaram como nova espécie (Bos sauveli) o boi selvagem cinzento conhecido no Camboja como kouprey. Apesar do tamanho (até 1.700 kg), passara despercebido, provavelmente confundido com outros bois selvagens mais comuns na região, o gauro e o banteng.

Já em 1992, na floresta de Vu Quang, fronteira entre Vietnã e Laos, cientistas vietnamitas descreveram cientificamente mais uma espécie de animal de tamanho respeitável: até cerca de 100 kg. O Pseudoryx nghetinhensis, há muito conhecido dos nativos como saola, lembra antílopes como os órixes da África e Arábia, mas é um pequeno bovino e seus parentes mais próximos são os touros, búfalos e bisões. É tido como a maior descoberta real da criptozoologia desde o ocapi.

Na mesma floresta, foi descoberto, dois anos depois, o "muntiaco gigante" (Megamuntiacus vuquangensis). Gigante, bem-entendido, para um muntiaco, gênero de veados asiáticos que latem como cães, também conhecidos como veados-ladradores.

Os animais da floresta Vu Quang chegam a 50 kg, enquanto a espécie mais comum, indiana (Muntiacus muntjak), não passa de 18 kg. Há indícios e boatos de outras espécies raras de animais de médio porte nas florestas da Indochina. A Universidade de Hanói criou uma unidade para procurá-los e estudá-los, apelidada "Centro de Pesquisa de Animais Raros e Criptozóicos do Vietnã".

São animais praticamente inofensivos, mas também há alguns mais perigosos. O mais notável é o famoso dragão de Komodo, lagarto gigante da Indonésia conhecido pelos nativos como ora e descoberto pela ciência em 1912. Não só é de tamanho impressionante - até três metros e 150 quilos - como sua língua amarelo-brilhante sugere cusparadas de fogo. Sua mordida é infecciosa e facilmente degenera em septicemia, se não for tratada: cerca de doze humanos foram mortos por esses animais no século XX.

Menor, mas igualmente perigosa, é a jararaca-ilhoa (Bothrops insularis) descoberta em 1921 na ilha da Queimada Grande, no litoral de São Paulo: é uma das cobras mais venenosas das Américas e tem a particularidade de ter três sexos - muitas delas são hermafroditas.

Quem faz questão de descobertas de maior porte, porém, deve procurá-las na água, de preferência nas profundezas do mar. Até mesmo alguns peixes de rio bem impressionantes foram descobertos no século XX, como o bagre gigante do Mekong (Pangasianodon gigas), que chega a 2,5 metros e 300 quilos, é mais longo e pesado que nossos pirarucus e piraíbas. Mesmo assim, bem menor que o tubarão-bocudo (Megachasma pelagios) de 1976, que chega a mais de cinco metros e 750 quilos. Descoberto no Pacífico, foi também encontrado em águas brasileiras: há um preservado no Museu de Pesca, de Santos.

Mas a descoberta mais notável, em termos de tamanho, foi a "lula colossal" Mesonychoteuthis hamiltoni, que chega a 900 kg e quase dez metros de comprimento (metade corpo, metade tentáculos). Dois braços desse cefalópode foram achados no estômago de um cachalote em 1925, mas só em 2003 pescou-se um animal completo. É do mesmo comprimento da conhecida "lula gigante" Architeutis dux, identificada desde 1857, mas pesa o triplo e vive apenas no Antártico, entre 1.000 e 2.500 m de profundidade (a Architeutis, que é encontrada em todos os oceanos, vive entre 300 m e 1.000 m).


Antonio Luiz M. C. Costa formou-se em engenharia de produção e filosofia, fez pós-graduação em economia e é um entusiasta das ciências sociais e naturais. Ex-analista de investimentos, atua no jornalismo desde 1996.
Terra Magazine

Oliver, o macaco humano

Parte:1




Parte:2


(narrado em espanhol.)


No princípio dos anos 70 o achado de um estranho primata procedente das selvas do Congo comoveu o mundo. Durante meses, jornalistas de todo o planeta se dedicaram a falar de um chimpanzé cujos traços aparentemente "humanos" produziam calafrios e que podia constituir o elo perdido entre os símios e os homens.

Aquele macaco não só possuía uma inteligência superior ao resto dos primatas, senão que caminhava tão ereto como uma pessoa. Além disso, seu rosto resultava especialmente "humano": tinha menos pelos na cabeça, um focinho menos proeminente e um crânio menor e redondo.

Diziam que ele tinha um cheiro característico, que desfrutava mais da presença dos humanos que da dos outros macacos e que se sentia atraído sexualmente pelas humanas.

Após anos de investigações, os cientistas nunca conseguiram determinar com exatidão sua verdadeira natureza. As análises levaram à conclusão de que Oliver era um chimpanzé, e não um híbrido, mas nunca descartaram a hipótese de que se tratasse de um símio mutante.

texto:http://www.mdig.com.br/

Bunyip - O monstro australiano


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"Austrália, o bunyip (cujo nome significa demônio na língua nativa) é um animal fantástico do tamanho de um bezerro que vive em lagos e poços no sertão australiano.

O bunyip se alimenta de seres humanos, dando preferência por mulheres. Seu grito pode fazer o sangue coagular. Acredita-se também que o bunyip cause doenças.

Do mesmo modo que o mapinguari brasileiro, não se sabe se o bunyip é apenas uma lenda ou um animal ainda não descoberto. Algumas teorias apontam como sendo o Diprotodonte, uma espécie de vombate gigante extinta."

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bunyip

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Lenda ou verdade?
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Texto abaixo com possiveis explicações:(inglês)

"Although no documented physical evidence of bunyips has been found, it has been suggested by cryptozoologists that tales of bunyips could be Aboriginal memories of the Diprotodon, or other extinct Australian megafauna which became extinct some 50,000 years ago.[4]

The cries of the possum or koala could likely be mistaken for the bunyip, as most people are surprised to find koalas or possums are capable of such loud roars. The Barking Owl, a nocturnal bird that lives around swamps and billabongs in the Bush is sometimes credited for making the sounds of the bunyip. The bird is known to make a call that can easily be mistaken for the cries of a woman or child. Other species of birds, such as bitterns and bush-stone curlews emit blood curdling sounds that were sometimes attributed to bunyips. However, this is unlikely as the aborigines, having lived in Australia for such a vast amount of time would know these sounds.

The most likely explanation for the existence of bunyips relates to their locations on the Murray-Darling river system. Australian Fur Seals are known to swim up the river system during times of flood, subsequently becoming trapped within the river system once the flooding subsides. There have been dozens of Fur Seals killed or captured as far north as Canberra,[citation needed] incidentally, in close proximity to areas where a Bunyip has been heard or sighted.

The coincidence of the features and sounds made of both animals, would necessarily lead to an inland dwelling Aborigine or European to come to the conclusion that the creature was in fact a new species. Meanwhile, those having travelled more widely, would immediately recognise the same creature as a fur seal. It must be remembered, however, that the bunyip myth is apparently of very ancient origin (tens of thousands of years). Thus, modern bunyip tales may be folk memory that was originally based on large diprotodonts, but had changed into the malevolent mythical beast after these animals had become extinct, and eventually adopted physical elements from fur seals which matched the supposed ecological characteristics of the bunyip better than other living animals.

Also worth noting, the Procoptodon, a pre-historic Kangaroo-like animal, had a rounded face and could lift its arms above head height. Such an animal — especially at dusk or twilight — could easily be mistaken for a bi-pedal humanoid beast. Additionally, the bunyip may include elements of the Quinkana, an extinct pre-historic land-crocodile that died out about 40,000 years ago."

"Planta-comedora-de-homens"


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Este Mito iniciado por incrédulos exploradores, teve origem no sec XIX. Em 1878, o médico Karl Liche, aventureiro alemão aquando da sua visita a Madagáscar, escreve no seu jornal científico de Karlsruch, o seu encontro com a Crinoida Darjeena, planta canibal à qual ele escapou milagrosamente.
Mas já muitos séculos antes, Pline o antigo tinha escrito que no século I depois de Cristo, a existência de uma planta parasita originária da Malásia (hoje chamada de Rafflesia, nem sequer é carnivora!) comedora de homens, que os indígenas consideravam como um Deus da floresta à qual sacrificavam estrangeiros.
(http://www.karnivoras.com/)

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Teria lógica...?
Seria possivel,plantas gigantes carnívoras?
Alguma espécie ja extinta,que as histórias se preservaram nas tribos e povoados?

Yeti,o mito?

















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texto originalmente publicado em
:

http://www.mortesubita.org/monstruario/bestiario/abominavel-homem-da-neve/view




Yéti é uma palavra xerpa que significa: "aquela coisa" e na verdade trata-se de um craso erro de tradução da palavra metoh-kangmi (outro termo xerpa, que significa: "aquilo que parece homem mas não é"). Uma criatura de formas humanas e tamanho colossal que vive no gelo do extremo oriente e que ficou popularizado no ocidente sob o título de "O Abominável Homem das Neves" . Segundo a criptozoologia o Yeti se enquadram-se na categoria de Homínideios Elusivos, que segundo algumas linhas representa uma evolução paralela ao do Homo Paranthropus, ancestral comum ao Homem de Neandertal e ao homem moderno. De hábitos solitários e natureza arredia, os yeti movimentava-se ora em duas, ora em quatro patas, têm de 2 a 2,7m de altura e possuem pés e mandíbulas desproporcionais para os padrões humanos. Apesar de serem cobertos por uma volumosa pelugem branca ou cinza, não possuem nem cauda nem barba. O título de Abominável, é certamente imerecido pois não existem quaisquer relatos de que esta criatura tenha atacado seres humanos ou animais. De fato segundo as narrativas dos himalaios eles são tímidos e gentis e evitam ao máximo qualquer contato com seres humanos e sua civilização. ao contrário, existem diversas histórias de "Caça aos Yeti", que levou o governo local a oficializar um decreto governamental que deixaria os Yetis protegidos legalmente. As primeiras evidências da existência não-lendária deste ser, são pueris demais para serem levadas a sério e incluem algumas narrativas dos nativos do himalaia, registros em gesso ou fotográficos de enormes pegadas humanóides e um exemplar do esqueleto de uma mão, que está num mosteiro de lamas em Pangoche, Nepal. Teoricamente, uma amostra de pele dessa "mão" foi levada para serem feitos testes sangüíneos que indicaram não ser ela de qualquer humano ou primata conhecido. Um dos cientistas que analisaram o couro tibetano do yeti para o Museu Britânico de História Natural. Declara ele em seu relatório: "Os monges do mosteiro tibetano, que sob instâncias de sir Edmund Hillary emprestaram sua relíquia para ser examinada, manifestaram desejo de que a devolvêssemos após os testes. E nós, fiéis à promessa de sir Hillary, providenciamos para que fosse entregue de volta em perfeitas condições. Dos exames efetuados neste museu, concluímos que se trata de um grande pedaço de pele, recoberto de espesso pelame, pertencente, segundo os indícios, a um mamífero da espécie Capricornis. Os tibetanos estenderam a pele fresca sobre um molde em formato de crânio humano, porém de maiores dimensões, e coseram-na habilmente, deixando-a secar. A primeira vista, parecia verdadeiramente um couro cabeludo; porém, um exame mais aprofundado e um teste ao microscópio não deixaram dúvidas. Trata-se de uma adulteração. Não obstante, existem cientistas, como o biólogo Bernard Heuvelmans, que julgam possível a existência, nas regiões inóspitas do Himalaia, de um grupo remanescente do homem das cavernas. Um sobrevivente racialmente ligado ao pitecantropo, a que Heuvelmans batizou de Australopithecus nivalis." No ocidente, apesar de existirem alguns relatos correlatos desde a época das expedições de Alexandre, o Grande, a epopéia moderna do mito do abominável homem das neves começou apenas em 1832, quando um naturalista inglês disse ter avistado no Himalaia uma imensa criatura peluda semelhante a um macaco. Após esse estranho relato em 1889 L.A.Waddell, um major do exército britânico, encontrou as primeiras marcas das pegadas do Yeti na neve, num pico a nordeste de Sikkim. Em suas memórias ele escreveu: "As pegadas pertenciam, segundo a crença local, a um homem selvagem e peludo que vivia na neve. Entre os tibetanos, ninguém duvida de sua existência." As notícias modernas sobre o Yeti chegaram ao Ocidente em 1921, quando uma expedição de trinta e seis membros liderada pelo explorador Charles Kenneth Howard-Bury, em uma das primeiras tentativas de escalar o monte Everest, teria avistado com binóculos objetos escuros se movendo à distância. Ao chegarem ao local encontraram pegadas enormes, e seus guias teriam chamado o ser de Metoh-Kangmi, ou ‘Besta das Montanhas’, um termo que acabaria sendo traduzido de forma mais sensacionalista como “Abominável Homem das Neves”. O líder da expedição, mencionou aos jornalistas que seus guias sherpas haviam chamado as criaturas de metoh-kangmi, que é o nome genérico em nepalês para as criaturas que habitam aquela região. Em 1925 um fotógrafo grego chamado N.A. Tombazi, estava a 4.500 metros de altura nas montanhas de Sikkim quando seus carregadores começaram a gritar e apontar, uns 250 metros a frente ele viu uma criatura que descreveu como "igualzinho a um ser humano, andando ereto e parando de vez em quando para arrancar ou tirar alguma coisa do meio da neve", a criatura desapareceu logo em seguida, mas Tombazi encontrou suas pegadas na neve, eram pegadas de 15 polegadas de comprimento, por 10 de largura. Entre os anos de 1935 e 1939 foram adquiridos, nas tendas dos droguistas chineses de Hong Kong, pelo cientista R. von Koenigswald, três molares enormes que devem ter pertencido a um animal realmente grande, e não obstante de características bem semelhantes às do homem. Foi batizado de Gigantopithecus. Em outros pontos da Ásia encontraram‑se os restos do Meganthropus, ou homem gigante. Tudo isso parece indicar que ali existiram de fato outrora raças do gênero do suposto yeti. A suspeita dos entusiastas do Abominável Homem das Neves é que um ou alguns grupos, tenham sobrevivido a era glacial nas regiões menos percorridas do Himalaia. Em 1951, uma expedição de reconhecimento do Everest, quando estavam a cerca de 5.500 metros de altura encontraram rastros frescos do Yeti, que seguiram ao longo da geleira Menlung por mais de um quilômetro, segundo o líder da expedição Eric Shipton em um artigo que escreveu para o Times of London, "grande parte dos rastros apresentavam uma forma oval, um pouco mais compridos e bem mais largos do que as pegadas deixadas por nossas grandes botas de alpinismo, mas em certas partes onde a neve era mais fina encontramos impressões bem preservadas do pé da criatura, elas mostravam três dedos do pé grandes e um largo polegar de lado, a marca mais nítida media 33 x 20 centímetros". Já em 1954, uma expedição financiada pelo Daily Mail de Londres, sob a chefia do repórter Ralph Izzard, também encontraram algumas pegadas no meio da neve e um escalpo de posse de um lama tibetano supostamente de um Yeti. Em 1990 o jornalista Peter Gillman defendeu que a pegada seria uma brincadeira de Shipton. Em suas fotos, há uma trilha de pegadas e o close de uma delas, mas em uma entrevista Michael Ward declarou que a pegada em close não faria parte da trilha, algo que Shipton nunca mencionou. O escritor Audrey Salkeld contou duas peças pregadas por Shipton: em uma ele teria dito que um colega sofrendo de falta de oxigênio teria tentado comer pedras pensando que eram um sanduíche, o que foi negado pelo próprio. Também contaria sobre como teria encontrado o corpo de Maurice Wilson na neve, junto de um bizarro diário de fetiches sexuais e roupas femininas. Charles Warren, que encontrou o corpo junto com Shipton, negou tais elementos. Durante a Guerra fria alguns ciêntístas da União Soviética, a saber B. F. Porch­nev e A. A. Chmakov dedicaram-se ao estudo científico do aparecimento dos "Homens das neves." A hipótese inicial era de que se tratava de uma tribo de homens com hipertricose e outros sintomas patológicos estranhos". Contudo, a conclusão final da comissão responsável, foi de que de fato existiam "selvagens das montanhas, muito semelhantes ao homem moderno, mas diferentes dos nativos do Himalaia e que antes da Revolução os camponeses eramcaçados como simples animais e por vezes adestrados e escravizados para trabalhos simples. A completa audência de evidências, baseada apenas em entrevistas com os habitantes locais, não permite ao trabalho ser considerado uma real prova da existência dos Yetis. Nos anos sessenta houve uma grande expedição comandada pelo Sir Edmund Hillary criada exclusivamente para solucionar o mistério e até capturar o enigmático Yeti, mas novamente só encontraram as pegadas do misterioso animal. Em 1986, que um inglês chamado Anthony B. Wooldridge, pode ter conseguido a prova definitiva da existência do tão temido Yeti, Wooldridge estava na parte do Himalaia pertencente ao norte da Índia, próximo a fronteira com o Nepal, a mais de 3.000 metros de altura quando o excursionista topou com estranhas pegadas na neve de cerca de 25 centímetros de comprimento, Wooldridge continuou subindo mais uns 600 metros acima, quando teve que interromper sua marcha por causa de uma avalanche, depois avistou atrás de um arbusto uma criatura ereta e imóvel, com cerca de 1,80 metros de altura, "a cabeça era grande e quadrada e o corpo todo coberto de pelo escuro", ele conseguiu chegar a uns 150 metros da suposta criatura e conseguiu fotografá-la com sua Nikon, depois de observar a criatura por cerca de 45 minutos, percebeu que o tempo estava fechando e resolveu descer a montanha, as fotos foram analisadas por vários cientistas entre eles o zoólogo Desmond Morris, um cético em se tratando de Yetis e todos deram as fotos de Wooldridge como autênticas. Noticiado em 7 de dezembro de 1998, o alpinista irolês Reinhold Messner, um dos maior desbravadores do fim do século, garantiu em suas memórias que o lendário Yeti é na verdade apenas uma espécie de urso. Uma espécie rara de urso de hábitos noturnos. Sendo o primeiro homem a subir os 14 maiores picos do mundo, todos no Himalaia, Messner lançou um livro onde afirma ter visto um desses ursos pela primeira vez em 1986. De lá para cá, avistou vários outros. "Quando ficam em pé, medem mais de 2,20 m", diz.

Domingo, Fevereiro 17, 2008

Ornitorrinco um animal quase inimaginável.


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Um ser tão "bizarro",que parece ter sido uma grande mistura animal.Atá ao ponto de muitas pessoas o chamarem de piada da natureza.
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É uma verdadeira charada ambulante. Tem quatro patas, um bico e dentes quando é pequeno. É peludo, mas as patas dianteiras são como asas. As traseiras têm esporões venenosos. Bota ovos, choca-os e depois amamenta os filhotes. É o ornitorrinco. Durante um século após sua descoberta, os cientistas quebraram a cabeça pensando em um modo de classificá-lo como um mamífero numa ordem especial, a dos Monotremados. O ornitorrinco vive na Austrália e na Tasmâmia, às maragens dos rios e banhados.

Tem patas palmadas e por isso é um bom nadador, capaz de ficar debaixo da água por cinco minutos. Dentro da água seus olhos e ouvidos fecham. Ele cavoca a lama com seu bico, à procura de comida. O bico não é ósseo, mas coberto por uma membrana sensível. Alimenta-se de girinos, crustáceos, vermes e peixes. Embora passe a maior do tempo na água, o ornitorrinco cava sua toca na margem. A fêmea cava uma toca de até 1,80 m de comprimento, onde choca seus ovos. Ela amamenta os filhotes durante quatro meses. Os filhotes têm menos de 2,5 cm ao nascer, e chegam a 30 cm de comprimento antes de serem desmamados.

fonte:http://www.saudeanimal.com.br/curio9.htm

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Sábado, Fevereiro 09, 2008

Polvo gigante no Chile!













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Um polvo gigante, de 12,40 metros de comprimento e 13 toneladas de peso, que não era visto há 107 anos, apareceu e morreu em uma praia do sul do Chile, informou esta quarta-feira o Centro de Conservação Cetácea de Santiago (CCC). O animal foi confundido inicialmente com uma baleia extraviada e moribunda, mas os cientistas confirmaram que se tratava de uma espécie de cefalópode do qual não existiam notícias desde 1896, quando um polvo similar foi encontrado na Flórida (Estados Unidos).

A descoberta ocorreu no dia 24 de junho na área de Los Muermos. A capitania naval do porto da aldeia de Maullín, na costa do Pacífico, ao sul da cidade de Puerto Montt, 1.000 km ao sul de Santiago, alertou o CCC. "Depois do exame do animal, da análise de fotografias, medições e da extração de tecidos, estamos enviando mostras e antecedentes para grupos de pesquisa da França, Itália e Estados Unidos, além de chilenos, para estabelecer a classificação", disse a ambientalista Elsa Cabrera, do CCC.

O zoólogo italiano Lorenzo Rossi, especialista em fauna marinha, um dos primeiros a receber as fotografias, afirmou que o polvo de Maullin é igual ao encontrado nos Estados Unidos há mais de um século, disse Cabrera.
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Terra.com.br

Domingo, Fevereiro 03, 2008

Gigantopithecus - O King Kong





Gigantopithecus era um gênero de primata, já extinto, que viveu na China, índia e Vietnã.
Os fósseis encontrados sugerem que o Gigantopithecus foi a maior espécie de primata que já viveu. Ele era provavelmente quadrupede e herbívoro, sendo o bambu o alimento principal em sua dieta, que era suprida com frutas - embora alguns paleantropólogos afirmem tratar-se de um onívoro.

A razão pela qual o Gigantopithecus foi extinto ainda é controversa. Alguns pesquisadores acreditam que ela se deva às mudanças climáticas ocorridas no seu habitat; outros apontam, entre outras razões, a competição de espécies mais adaptadas ao mesmo ambiente em que o Gigantopithecus vivia.

Pesquisas paleoantropológicas realizadas nos diversos dentes encontrados em um sítio na caverna de Liuzhou na China e em alguns encontrados em sítios no Vietnã sugerem que o Gigantopithecus habitou quase toda região oeste da Ásia. Uma espécie diferente, o Gigantopithecus giganteus, também foi encontrada ao norte da índia.
Com base nos fósseis encontrados - inicialmente molares de aproximadamente 2,5 centímetros (recuperados em lojas tradicionais de medicina chinesa), sabe-se que o Gigantopithecus tinha mais ou menos 3 metros de altura e pesava algo entre 300 e 500 Kg - sendo de duas a três vezes maior do que os atuais gorilas.










Fonte:wikipedia

Moa,essa ave ainda existe?




Primeiro o que é uma Moa:

As moas são um grupo extinto de aves não voadoras pertencentes à família Dinornithidae. O grupo era endémico da Nova Zelândia e os seus representantes eram os herbívoros dominantes do seu ecossistema.
É um grupo diverso, principalmente quando se refere a seu tamanho, com postura horizontal e asas pequenas, seu corpo era forte apoiado por pernas grossas e pés consideravelmente grandes, pescoço longo acompanhado de uma cabeça pequena, seu bico era largo e recto e suas narinas eram bem desenvolvidas.
A moa gigante Dinornis novaezealandiae poderia atingir cerca de três metros de altura e 250 kg de peso.

Ovos:
A moa gigante Dinornis novaezealandiae botava de 1 a 2 ovos grandes com aproximadamente 24 cm de comprimento e 17 cm de largura.

Causas de sua extinção

As moas extinguiram-se no início do século XVI. As razões do seu desaparecimento estão relacionadas com a chegada à Nova Zelândia dos colonos ou pelas doenças trazidas por aves migratórias, ou ainda pelo efeito local da erupção vulcânica. O principal predador das moas era a águia-de-haast, que se extinguiu também na mesma altura, como consequencia da extinção das moas e de grande parte das suas outras presas.



creditos:wikipedia
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Essa grande ave teria sobrevivido?
Sendo um animal tão grande,acho que seria notado.
Fica a dúvida...

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Em 1993 surgiu uma foto com uma suposta Moa.
(mas para muitos não passa de uma galinha)

Foto de suposto avistamento: Paddy Freaney's 1993